Drones, Vant e RPAS

Drones, Vant e RPAS

Cada vez mais os drones estão tomando conta do espaço aéreo, seja para recreação ou para uso comercial e profissional, é fato que essa nova tecnologia veio para ficar. Embora o termo drone seja comum no vocabulário brasileiro, os veículos aéreos não tripulados são muito mais abrangentes, como por exemplo, os VANTs e RPAs. Em linhas gerais, esses veículos são aparelhos multirrotores elétricos (alguns movidos à combustão interna) controlados por controle remoto, e se comunicam via rádio ou wi-fi. Neste artigo explicaremos a diferença entre cada um, bem como suas funcionalidades.

Drones

Na verdade, o nome “drone” é apenas um termo genérico para todo e qualquer objeto voador não tripulado. Originalmente, a palavra vem do inglês, e significa zangão, zumbido, devido ao som produzido pelo equipamento em funcionamento. Logo, drone é apenas a referência comercial ou apelido para essa tecnologia, sem amparo técnico ou definição na legislação.
Além disso, os drones são classificados como aeromodelos por serem usados para fins recreativos, como por exemplo, a participação em alguma competição, hobby ou simplesmente para um final de semana de lazer no campo.
Diante disso, a legislação brasileira não restringe a compra e venda de drones no mercado, independentemente do tamanho ou potência, desde que sejam para uso recreativo e sigam algumas determinações, como: não usá-lo em áreas com aglomeração de pessoas; não pilotar em espaços aéreos próximos a aeródromos e; altitude máxima permitida de 121,92 metros.

VANT

O termo VANT significa Veículo Aéreo Não Tripulado, traduzido do inglês UAV – Unmanned Aerial Vehicle. Apesar de os VANTs serem tecnicamente a mesma coisa que os drones, pois possuem hélices e não são tripulados, eles se diferenciam quanto ao uso. Neste caso, o VANT tem objetivo estritamente comercial ou ainda para fins de pesquisa científica e experimentos, como por exemplo, os drones e VANT utilizados pela CHP Topografia para a realização de laudos, auditorias e perícias.
Outro ponto que diferencia o VANT dos drones é que ele precisa possuir carga útil embarcada, como por exemplo, uma câmera de filmagem ou qualquer outro produto (pizza, carta, etc.). Além disso, no Brasil, os VANTs são usados para proteção de fronteiras e até mapeamento do desmatamento na Floresta Amazônica.
Devido ao uso, o VANT necessita de licença para voo, a qual é dividida em dois tipos – AIC e CAVE. A primeira licença, AIC (Circular de Informações Aeronáuticas), consiste para fins comerciais, como a filmagem aérea de um casamento ou a entrega de encomendas. Neste caso, a solicitação deve ser feita com 15 dias de antecedência, com as informações sobre as características do equipamento, trajeto do voo e capacidade de comunicação.
Já a licença CAVE (Certificado de Autorização de Voo Experimental) é utilizada exclusivamente por universidades e entidades de pesquisa, para a realização de mapeamento de relevos e terrenos ou ainda condições climáticas, por exemplo. A solicitação da licença deve ser feita aos órgãos regionais do DECEA, tais como Cindacta I, II, III e IV. A CHP Topografia conta com todas as licenças necessárias para a execução de seus serviços, como o levantamento topográfico, o qual é utilizado para diversos fins, pois preza pela satisfação dos clientes, bem como zela pela segurança alheia.

RPAS

RPAS é a sigla de Remotely Piloted Aircraft System, ou Aeronave Remotamente Pilotada, em português. Este é o termo técnico e padronizado internacionalmente pela Organização da Aviação Civil Internacional. Neste tipo de VANT, o piloto controla a aeronave através de qualquer interface, como por exemplo, computador, simulador, dispositivo digital, controle remoto, etc.
A referência ao RPAS envolve não somente ao equipamento, mas a também a todos os recursos que contempla o sistema de funcionamento, dentre eles: estação de pilotagem remota; link ou enlace de comando; equipamentos de apoio, etc. Portanto, o termo RPAS abrange o conjunto de todos os componentes de voo da aeronave.

Qual a melhor opção de drone?

Dentre as opções mencionadas acima, o melhor equipamento para escolha dependerá da necessidade de cada pessoa. A vantagem dessa tecnologia é que ela é bem abrangente, com funcionalidades diversas, desde a recreação até o uso para fins militares. Portanto, para mais informações sobre a regulamentação do uso de drones, acesse o site da ANAC – Agência Nacional de Avião Civil e confira as regras e orientações para utilização desse equipamento. Além disso, se você precisa de um levantamento topográfico mais detalhado ou ainda necessita de laudos, auditorias e perícias entre em contato com a CHP Topografia e solicite um orçamento.

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